Neste Dia Internacional das Mulheres, Henrique Vieira Filho nos conta, em seu artigo para o Jornal O Serrano, algumas divertidas histórias transcorridas por ele ter estudado e trabalhado em grupos majoritariamente femininos.
Publicado resumido no Jornal O SERRANO, Nº 6395, de 08/03/2024
Nascido da gíria dos anos 70 (“se manca, bicho!”) esse poderoso remédio que tanta falta faz a nós, homens, é muito lembrado na data de hoje: Dia Da Mulher.
Até mesmo quando buscamos apoiar, como é o caso do movimento que faço parte, o “He For She” (Eles Por Elas), corremos um sério risco de cometer um lapso e desagradar.
Com raras exceções, nunca me dei bem com homens; sempre preferi e ainda prefiro a companhia feminina.
Fora a minha mãe (Freud explica…), me relaciono bem com todas.
Na época da escola eram três meninos dentre quarenta garotas, as quais até me concediam alguns privilégios extra oficiais, como por exemplo, usar o banheiro feminino que ficava ao lado da sala (o masculino ficava do outro lado do prédio).
E ai de mim quando paquerava alguém de outra classe! Dentre as várias e hilárias sabotagens que elas aprontaram, lembro bem de duas.
Certa feita, enquanto acariciava meu tórax, uma amiga perguntou se, realmente, eu marquei encontro com determinada aluna da outra classe, o que confirmei, resultando no seguinte diálogo:
“_ E como você vai explicar para ela? _ Explicar o quê? _ Este baita arranhão no seu peito!” E só ouvi um som de rasgo da pele e a sensação do sangue escorrendo…
Outra ocasião, nova tentativa de marcar encontro e eis que noto as colegas de sala dando início a mais um plano maquiavélico. A primeira delas se aproxima, com a seguinte fala: “_Oi, amor! Tudo certo para esta sexta-feira, não é? Te amo!”. Nem um minuto se passou e veio a segunda: “_Nosso encontro de sábado está mais do que combinado, nem pense em dar “bolo!”. Alguns segundos depois, a terceira deu o tiro de misericórdia: “_Confirmado: domingo meus pais irão sair e teremos o apartamento só para nós!”…
Até na vida adulta, o feminino sempre foi maioria na minha vida: 90% ou mais dentre Terapeutas são mulheres (inclusive, a clientela) e, no mundo das Artes, a porcentagem se mantém.
E, justificando o título de hoje, conto mais o seguinte “causo”: após centenas de atendimentos gratuitos em um mesmo dia, as Terapeutas se reuniram à noite para relaxar com uma linda dança circular, cantos e arteterapia.
No dia seguinte, um colega Psicanalista mostrou-se magoado por não ter sido convidado. Elas explicaram que não podiam, pois era “só para mulheres”, o que ele retrucou: “_Mas, eu vi vocês convidarem o Henrique! _Sim, pois nós sabemos que ele usa “semancol”.
Henrique Vieira Filho é artista plástico, agente cultural (SNIIC: AG-207516), produtor cultural no Ponto de Cultura “ReArte” (Certificado Ministério da Cultura), Museólogo no Museu Rearte (reconhecido pelo IBRAM/Ministério da Cultura), gestor Pontos MIS (Museu da Imagem e do Som/SP), diretor de arte (MTE 0058368/SP), produtor audiovisual (ANCINE: 49361), escritor, jornalista (MTE 080467/SP), educador físico (CREF 040237-P/SP), psicanalista, sociólogo (MTE 0002467/SP), historiador, professor de artes visuais, pós-graduado em Psicanálise, em perícia técnica sobre artes e Biblioteconomia.

Henrique Vieira Filho é artista plástico, agente cultural (SNIIC: AG-207516), produtor cultural no Ponto de Cultura “ReArte” (Certificado Ministério da Cultura), Museólogo no Museu Rearte (reconhecido pelo IBRAM/Ministério da Cultura), gestor Pontos MIS (Museu da Imagem e do Som/SP), diretor de arte (MTE 0058368/SP), produtor audiovisual (ANCINE: 49361), escritor, jornalista (MTE 080467/SP), educador físico (CREF 040237-P/SP), psicanalista, sociólogo (MTE 0002467/SP), historiador, professor de artes visuais, pós-graduado em Psicanálise, em perícia técnica sobre artes e Biblioteconomia.
http://lattes.cnpq.br/2146716426132854
https://orcid.org/0000-0002-6719-2559
Contando com mais de 100 exposições entre individuais e coletivas, em galerias, polos culturais e museus em diversos países, suas obras estão disponíveis tanto em galerias consagradas, como a Saatchi Art, quanto em sua galeria própria, a Sociedade Das Artes, até os mais singelos espaços alternativos.
Atualmente radicado no interior de SP, dedica-se, em especial, ao Slow Art Movement, que prega a apreciação afetiva, “sem pressa” das artes, para todas as camadas da sociedade e ao Polo Cultural ReArte, em que abre espaço a novos talentos artísticos e à integração das mais diversas formas de artes, por meio de mixagem e releituras.
Editor, autor, pesquisador e parecerista nos periódicos Artivismo (ISSN 2763-6062), Revista TH (ISSN 2763-5570) e Holística (ISSN 2763-7743), conta com centenas de artigos publicados e vinte livros, além de colaborações, entrevistas e consultorias para Jornal da Tarde, O Estado de São Paulo, Diário Popular, Jornal O Serrano, Revista Elle, Revista Claudia, Revista Máxima, Revista Veja, Revista Planeta, Revista Capricho, Revista Contigo, Revista Saúde, Revista Boa Forma, Rádio Globo, Rádio Gazeta, Rádio Eldorado, Rádio Nova, TV Globo (Jornal Nacional, Bom Dia Brasil, Fantástico, etc.), TV Gazeta (Telejornal, Mulheres, Manhã na Paulista), TV Record, SBT (Telejornal, Jô Soares Onze e Meia, etc.), TV Jovem Pan (Telejornal, Opinião Livre, etc.), TV Cultura, TV Bandeirantes, Rede Mulher, TV Rio.