Neste artigo, Henrique Vieira Filho faz uma releitura da fábula da corrida entre o coelho e a tartaruga e convida a todos para o Slow Art Day, evento mundial que, no Brasil, é representado pela Sociedade Das Artes, em Serra Negra / SP
Publicado parcialmente no Jornal O Serrano, edição 6350.
Os fabulosos Esopo e La Fontaine apostaram quanto a quem se sairia melhor na corrida até a galeria da Sociedade Das Artes: a lebre, a tartaruga ou você?
Claro, você chegou primeiro, pois foi de carro, junto com a tartaruga (que veio consigo, de carona…), poucos segundos antes do coelho emparelhar.
Apesar da fama de ser “coisa de intelectual”, já que lá estavam, resolveram olhar as obras de arte (ainda mais que a entrada é franca).
Até a lebre abriu mão da sua tradicional velocidade e sentou para admirar de perto as que mais gostou. O jabuti, então, sentiu-se em casa assim que soube que era o Slow Art Day (Dia de Apreciar, Sem Pressa, A Arte), evento mundial em que os principais museus e galerias do planeta reservam para o público ter uma experiência prazerosa em contato com obras de arte, interagindo com artistas e curadores.
Em contraponto ao ritmo estressante de nossos dias, ganha cada vez mais adeptos a filosofia de reaprender a desacelerar e aproveitar melhor cada momento. Protestando contra os “fast foods”, a Itália inaugurou o Slow Movement (Movimento Sem Pressa) propondo o “slow food”: comida afetiva, degustada com tempo e prazer. A partir daí, o adjetivo “slow” foi se associando a inúmeras áreas, enumerando, a seguir, algumas delas:
“Slow Travel” – apreciar o passeio como um todo, não apenas o destino.
“Slow Fashion” – roupas sustentáveis e duráveis; qualidade em detrimento da quantidade;
“Slow Cities” – cidades pequenas, com maior qualidade de vida. Por sinal, nossa vizinha Socorro foi a primeira no Brasil a conquistar o título de “CittaSlow”, passando a fazer parte do calendário mundial dos destinos turísticos recomendados.
E, para não ficar atrás, Serra Negra entrou no mapa mundial cultural, por ser a atual sede brasileira do movimento “Slow Art”, onde mais do que “quantidade” de visitantes na exposição, o objetivo é o PRAZER e a QUALIDADE da experiência vivida.
Ora, mas e a aposta do começo desta história? Empatou, pois TODOS GANHARAM, já que, cada um apreciou, ao seu modo, as artes e as prosas entre os participantes! Por sinal, você gostou tanto que irá voltar, neste dia 15/04, às 15hs, na Sociedade Das Artes (Rua São Vicente de Paula, 120 – Serra Negra) – Entrada Franca.
Henrique Vieira Filho é artista plástico, agente cultural (SNIIC: AG-207516), produtor cultural no Ponto de Cultura “ReArte” (Certificado Ministério da Cultura), Museólogo no Museu Rearte (reconhecido pelo IBRAM/Ministério da Cultura), gestor Pontos MIS (Museu da Imagem e do Som/SP), diretor de arte (MTE 0058368/SP), produtor audiovisual (ANCINE: 49361), escritor, jornalista (MTE 080467/SP), educador físico (CREF 040237-P/SP), psicanalista, sociólogo (MTE 0002467/SP), historiador, professor de artes visuais, pós-graduado em Psicanálise, em perícia técnica sobre artes e Biblioteconomia.

Henrique Vieira Filho é artista plástico, agente cultural (SNIIC: AG-207516), produtor cultural no Ponto de Cultura “ReArte” (Certificado Ministério da Cultura), Museólogo no Museu Rearte (reconhecido pelo IBRAM/Ministério da Cultura), gestor Pontos MIS (Museu da Imagem e do Som/SP), diretor de arte (MTE 0058368/SP), produtor audiovisual (ANCINE: 49361), escritor, jornalista (MTE 080467/SP), educador físico (CREF 040237-P/SP), psicanalista, sociólogo (MTE 0002467/SP), historiador, professor de artes visuais, pós-graduado em Psicanálise, em perícia técnica sobre artes e Biblioteconomia.
http://lattes.cnpq.br/2146716426132854
https://orcid.org/0000-0002-6719-2559
Contando com mais de 100 exposições entre individuais e coletivas, em galerias, polos culturais e museus em diversos países, suas obras estão disponíveis tanto em galerias consagradas, como a Saatchi Art, quanto em sua galeria própria, a Sociedade Das Artes, até os mais singelos espaços alternativos.
Atualmente radicado no interior de SP, dedica-se, em especial, ao Slow Art Movement, que prega a apreciação afetiva, “sem pressa” das artes, para todas as camadas da sociedade e ao Polo Cultural ReArte, em que abre espaço a novos talentos artísticos e à integração das mais diversas formas de artes, por meio de mixagem e releituras.
Editor, autor, pesquisador e parecerista nos periódicos Artivismo (ISSN 2763-6062), Revista TH (ISSN 2763-5570) e Holística (ISSN 2763-7743), conta com centenas de artigos publicados e vinte livros, além de colaborações, entrevistas e consultorias para Jornal da Tarde, O Estado de São Paulo, Diário Popular, Jornal O Serrano, Revista Elle, Revista Claudia, Revista Máxima, Revista Veja, Revista Planeta, Revista Capricho, Revista Contigo, Revista Saúde, Revista Boa Forma, Rádio Globo, Rádio Gazeta, Rádio Eldorado, Rádio Nova, TV Globo (Jornal Nacional, Bom Dia Brasil, Fantástico, etc.), TV Gazeta (Telejornal, Mulheres, Manhã na Paulista), TV Record, SBT (Telejornal, Jô Soares Onze e Meia, etc.), TV Jovem Pan (Telejornal, Opinião Livre, etc.), TV Cultura, TV Bandeirantes, Rede Mulher, TV Rio.